Pisei no chão. Mesmo não sendo aquilo que eu realmente queria. O que eu realmente queria era sonhar, voar, mas o que acontecia a cada pouso, era uma desgraça. Era um mundo se acabando e eu me desfazendo em lágrimas. É assim que me posto diante a realidade. Senti a necessidade de procurar um refúgio, um abrigo. Tentei achá-lo em amigos, mas quanto mais eu desabafava, mais me vinha a vontade de pular em um abismo.
Os anos se passam, e, a cada ano novo, eu me obrigo a esfriar me obrigo a deixar de ser espontâneo, caloroso e amoroso.
Porque amar? Quem inventou esse sentimento tão mau?
Músicas, filmes e textos. Todos falam do quão o amor é bom. Mas o que eu vi até hoje, não se passa de uma ilusão.
Não sei se sou infeliz porque me refugio em coisas fúteis, se é porque eu me apaixono, sempre, por amores impossíveis, ou se são os dois.
E assim vou vivendo. Não satisfeito com nada e aprendendo a me acostumar com tudo.
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