Qual a intensaão de suas palavras e de seus atos?
O seu olhar me fala muito. Muito do que eu quero ver. Mas o que realmente você quer dizer?
Icógnitas se formam ao desenrrolar dos dias, das horas, das formas.
Para! Afaste-se de mim. Não fala nada não expresse nada. NADA!
Não quero fingir que você morreu, pois isso seria uma prova ue você foi algo para mim. Quero, apenas, esquecer sua vida, esquecer aquele dia em que lhe olhei com outros olhos e vi sua alma. Sua suposta alma, criada pela minha necessidade de amar. Esquecer aquele dia que acabo de me lembrar. Do dia em que me olhou e arrancou minha infelicidade durante minutos. Mas ao voltar à realidade, depois dos poucos minutos de felicidade intensa, eu me acabo, mais uma vez.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Me deixa voar.
Pisei no chão. Mesmo não sendo aquilo que eu realmente queria. O que eu realmente queria era sonhar, voar, mas o que acontecia a cada pouso, era uma desgraça. Era um mundo se acabando e eu me desfazendo em lágrimas. É assim que me posto diante a realidade. Senti a necessidade de procurar um refúgio, um abrigo. Tentei achá-lo em amigos, mas quanto mais eu desabafava, mais me vinha a vontade de pular em um abismo.
Os anos se passam, e, a cada ano novo, eu me obrigo a esfriar me obrigo a deixar de ser espontâneo, caloroso e amoroso.
Porque amar? Quem inventou esse sentimento tão mau?
Músicas, filmes e textos. Todos falam do quão o amor é bom. Mas o que eu vi até hoje, não se passa de uma ilusão.
Não sei se sou infeliz porque me refugio em coisas fúteis, se é porque eu me apaixono, sempre, por amores impossíveis, ou se são os dois.
E assim vou vivendo. Não satisfeito com nada e aprendendo a me acostumar com tudo.
Os anos se passam, e, a cada ano novo, eu me obrigo a esfriar me obrigo a deixar de ser espontâneo, caloroso e amoroso.
Porque amar? Quem inventou esse sentimento tão mau?
Músicas, filmes e textos. Todos falam do quão o amor é bom. Mas o que eu vi até hoje, não se passa de uma ilusão.
Não sei se sou infeliz porque me refugio em coisas fúteis, se é porque eu me apaixono, sempre, por amores impossíveis, ou se são os dois.
E assim vou vivendo. Não satisfeito com nada e aprendendo a me acostumar com tudo.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Vida e anjo velho.
Agonia.
Liberdade. Não quero.
Amor que desgata.
Falsa decisão.
Inocência.
Contradição.
Amor inexplicável.
Despedida.
Destruição e recontrução.
Acabou comigo. No começo era só alegria E eu querendo ser amigo
E você com segundas intenções.
Acabou com a minha harmonia.
E, no fim, com todo o meu coração.
Um celular. Várias noites.
Foi assim que você me laçou
E foi assim que você brincou.
Não sabendo mais o que fazer,
Me resta, agora, no silêncio, sofrer.
Até o dia em que alguém eu encontrar,
E, mais uma vez, a brincadeira começar.
sábado, 19 de junho de 2010
Incompreensão.
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