domingo, 24 de junho de 2012

Infinito...

Triste ver que o passado não é mais presente e o presente no futuro será implorado como o passado.

Sala de espera.

Não atenha-se ao amor, nem mesmo à dor. Atenha-se ao verdadeiro, não ao traiçoeiro. A vida é para quem espera, para quem é paciente e senta aguardando, terá o que é seu de direito. Mas o que é meu de direito? O amor, talvez? Ou a dor de perder o amor? O que é meu ainda não veio, porque se fosse meu não teria ido. Se foi, o que é meu voltará, pois não há prova de amor maior do que a espera. A espera é agonizante. É um fardo que tem que ser carregado durante muito tempo para fortalecer-se e tornar-se experiente o bastante para saber amar. Ame a todos, mas não deixe todos te amar. Pois o amor é dor se tratado com inexperiência. Inexperiência daquele que não soube esperar. E foi esse o caminho que escolhi trilhar. Carregar o fardo até o meu amor chegar.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Afaste-se. Deixe-me em paz.

Qual a intensaão de suas palavras e de seus atos?
O seu olhar me fala muito. Muito do que eu quero ver. Mas o que realmente você quer dizer?
Icógnitas se formam ao desenrrolar dos dias, das horas, das formas.
Para! Afaste-se de mim. Não fala nada não expresse nada. NADA!
Não quero fingir que você morreu, pois isso seria uma prova ue você foi algo para mim. Quero, apenas, esquecer sua vida, esquecer aquele dia em que lhe olhei com outros olhos e vi sua alma. Sua suposta alma, criada pela minha necessidade de amar. Esquecer aquele dia que acabo de me lembrar. Do dia em que me olhou e arrancou minha infelicidade durante minutos. Mas ao voltar à realidade, depois dos poucos minutos de felicidade intensa, eu me acabo, mais uma vez.

Me deixa voar.

Pisei no chão. Mesmo não sendo aquilo que eu realmente queria. O que eu realmente queria era sonhar, voar, mas o que acontecia a cada pouso, era uma desgraça. Era um mundo se acabando e eu me desfazendo em lágrimas. É assim que me posto diante a realidade. Senti a necessidade de procurar um refúgio, um abrigo. Tentei achá-lo em amigos, mas quanto mais eu desabafava, mais me vinha a vontade de pular em um abismo.
Os anos se passam, e, a cada ano novo, eu me obrigo a esfriar me obrigo a deixar de ser espontâneo, caloroso e amoroso.
Porque amar? Quem inventou esse sentimento tão mau?
Músicas, filmes e textos. Todos falam do quão o amor é bom. Mas o que eu vi até hoje, não se passa de uma ilusão.
Não sei se sou infeliz porque me refugio em coisas fúteis, se é porque eu me apaixono, sempre, por amores impossíveis, ou se são os dois.
E assim vou vivendo. Não satisfeito com nada e aprendendo a me acostumar com tudo.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Vida e anjo velho.


Vida linda.
Linda porque engana.
Engana porque quer.
Sem motivo especial,
E o especial é inutil para ela.
Ela quer brincar de recomeçar.
Recomeçar eu sou forçado.
Se eu nao quiser conhecer o anjo velho,
O jogo da vida vou ter que jogar.

Agonia.



Por favor diz que me ama,
Nem que seja por engano.
Diga que me adora,
Diga que me quer,
E que nunca irá embora,
E que nunca me deixará só.
A angústia está me dominando,
A agonia está me levando.

Não sei mais o que fazer Para te tirar do meu rumo.

Liberdade. Não quero.


Das suas algemas não quero me libertar,
Mesmo que eu quisesse, o amor nao iria deixar.
As minhas asas estão presas a você.
Não posso mais voar,
Não posso mais respirar sem ter o teu amor,
Sem ter o teu calor.
Sem ter o teu carinho,
Perco-me no caminho.

Amor que desgata.


O que eu faço pra fugir dessa agonia?
O que faço para ao menos fingir que vc morreu?
Agora eu estou perturbado.
Não sei o que fazer.
Não sei como agir,
Cansei de tanto correr.
E eu nunca vou conseguir,
Te esquecer.

Falsa decisão.


Porque eu te amo tanto?
Porque eu não consigo te esquecer?
Porque eu tenho tanto carinho por você?

Não faz meu tipo,
Não faz meu ideal.
Mas sei que você,
É um amor real.

Inocência.


Quero de volta a minha inocência.
Aquela aonde só há um engano,
Mas há alegria, alegria sem lágrimas,
Só farçante, pura e desigual

Mas isso é impossível.

Quero o meu mundo anormal.

Contradição.





Muitas palavras

Contra várias pessoas falando.
Até eu mesmo te atacava,
Como se eu nunca
Tivesse te amado

O desespero chega
E o destino não me deixa
Suas palavras vêm do nada.
Apunhalando-me o peito,
Com inúmeras espadas.

Amor inexplicável.





Eu te amo tanto,

Que não consigo te esquecer.
Alguém como você,
Em dias atuais,
É difícil encontrar.
Tentei desviar o meu olhar,
Mas o destino não me deixa em paz.
Tudo o que falo é sobre você,
Tudo o que mais quero
É poder te ter,
Pois sem você,
Eu acho que não consigo viver.

Despedida.




Vou te esquecer.

Sem nem ao menos perecer.
Não preciso das coisas as quais você quis me dar,

Nem do amor que você queria me apresentar.

Destruição e recontrução.

Acabou comigo. No começo era só alegria
E eu querendo ser amigo

E você com segundas intenções.

Acabou com a minha harmonia.
E, no fim, com todo o meu coração.


Um celular. Várias noites.

Foi assim que você me laçou

E foi assim que você brincou.


Não sabendo mais o que fazer,
Me resta, agora, no silêncio, sofrer.

Até o dia em que alguém eu encontrar,
E, mais uma vez, a brincadeira começar.

sábado, 19 de junho de 2010

Incompreensão.


Porque eu te amo tanto?
Porque eu não consigo te esquecer?
Porque eu tenho tanto carinho por você?
Não faz meu tipo,
Não é meu ideal.
Mas sei que você
É um amor real.